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Sem merenda escolar alunas da rede municipal exigem que prefeito tome providências

Por Notícia na Tela
14 de julho de 2018 00:40 Comentários
Nesta quinta-feira, 12 circulou um áudio via aplicativo de comunicação da rede social para tornar público a falta de merenda escolar a qual estavam vivendo os alunos da Escola João de Sousa Barreto na Região da Umbaúba. Na gravação as meninas deixam claro que já são dias sem merendas.
Violação para com o cidadão parece ser a marca registrada, principalmente quando se refere a ferir os direitos pertinentes ao quadro educacional, as constantes queixas referentes a esta pasta no município de Presidente Tancredo Neves, mostra um quadro preocupante, uma vez que os valores gastos e apresentados no tribunal de contas são altíssimo, o que obrigatoriamente deveria está sendo representado pelo serviço ou pelo resultado final que neste assunto é a merenda na escola sem baixa.
No dia 09 de março de 2018, foi publicado no diário oficial do município uma Ata de Registro de Preço no valor de R$ 1.579.828,00. No documento o contratante descreve a finalidade como sendo para aquisição parcelada de gêneros alimentícios para “alimentação dos alunos matriculados no Ensino Fundamental, Educação Infantil, Creches, EJA e Programa Mais Educação da Rede Municipal de Ensino, por deliberação do Pregoeiro devidamente publicada e homologada no Diário Oficial do Município de Presidente Tancredo Neves”. 
A empresa vencedora foi  a empresa CAMILA SANTANA MONTEIRO SANTOS - ME, com sede na Rua Sidrak Souza, s/n, centro - Gandu – Bahia. Com um detalhe neste processo, Camila é esposa do Enéias, proprietário da empresa também vencedora da licitação do lixo.
O Notícia na Tela consegui obter informações precisas de suas fontes e comprovadas no site do TCM, onde estas duas empresas acima mencionadas estiveram envolvidas nas irregularidades de desvio de função praticados no município de Gandu entre 2014 e 2015. De imediato o TCM determinou o cancelamento do contrato. VEJA AQUI.

A empresa CAMILA SANTANA MONTEIRO SANTOS – ME, deve fornecer toda merenda escolar pelo prazo de 12 meses, sendo parcelado. 
Josimar Venturin, um dos membros do Conselho  municipal da educação disse que tem feito algumas visitas as unidades de educação e encontrado muitas questões preocupantes, mas que este quesito da falta de merenda até mesmo na escola mencionada a qual foi fiscalizada antes do recesso junino não havia reclamação ou falta de merenda.
Então qual é a causa pela faltada merenda, estradas, transportes, falta de fornecimento pagamento a empresa fornecedora? Será que alguém tem o bom senso de explicar?
Informações extra oficial diz respeito a normalização ao reabastecimento, após cobranças de alunos.
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