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Rosana afirma que não descumpriu ordem judicial após ficar com a filha em Salvador e afirma que a guarda nunca foi da tia

Por Notícia na Tela
12 de fevereiro de 2020 08:35 Comentários
Rosana Araújo de Assunção, mãe da menor de iniciais J. A. S. de 6 anos, acusada pela tia paterna Katiane Santana dos Santos, de descumprir ordem judicial afirma que não procede e esclarece os fatos. Segundo Rosana, a guarda da filha sempre foi dela e nunca da tia que apenas cuidava temporariamente.

Ontem, (10), o Repórter Bahia publicou uma matéria que consta na Informação que a mãe Rosana A. de Assunção descumpriu uma ordem judicial de não devolver a sua filha a tia paterna. Como no jornalismo é necessário buscar sempre a verdade, assim como abrir espaço para o direito de resposta Rosana está esclarecendo que a acusação de Katiane é falsa.


Versão da tia Katiane conforme consta na matéria do link abaixo;

Tia de menor acusa ganduense que reside em Salvador de descumprir ordem judicial e não devolve filha após visita.

Rosana afirma ao Repórter Bahia que quando precisou trabalhar em Salvador pediu a tia Katiane para cuidar enquanto conseguia estabilidade financeira. Isso tudo com consentimento da família paterna. Porém, ficou surpresa com a acusação de sumir com a filha. "Durante este período, mantive contato constante com minha filha, fiz visitas periódicas, passei férias com ela e dei todo o suporte que estava ao meu alcance nesta fase de transição", explica.


Depoimento de Rosana

"Venho prestar esclarecimentos a respeito da reportagem que está sendo veiculada nos meios de comunicação locais de Gandu, que envolvem a minha própria filha. Consta nesta reportagem que eu, Rosana Assunção, estaria descumprindo ordem judicial ao permanecer com a guarda da minha filha de 06 anos. Esta informação não procede. A guarda da minha filha sempre foi minha desde o seu nascimento. O que ocorreu de fato foi que há um tempo atrás eu precisei me mudar para Salvador em busca de emprego e, diante de uma necessidade temporária, solicitei apoio da tia paterna da minha filha para que a acolhesse provisoriamente até que eu me estabelecesse na capital baiana, o que foi aceito. Durante este período, mantive contato constante com minha filha, fiz visitas periódicas, passei férias com ela e dei todo o suporte que estava ao meu alcance nesta fase de transição".


Conforme esclarece Rosana, informou antecipadamente a Katiane que voltaria morar com a filha. "Após consegui emprego e me estabilizar financeiramente, comuniquei a Sra. Katiane, antecipadamente, que minha filha voltaria a morar comigo", conclui.
Repórter Bahia
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