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A vida pela farda, foi assim que o defensor dos empresários teve sua vida ceifada

Por Notícia na Tela
29 de março de 2021 19:09 Comentários

Na tarde de domingo (28), o soldado da Polícia Militar da Bahia, Wesley Soares Goés, morto após entrar em “estado de surto” e disparar tiros para o alto no Farol da Barra, em Salvador, foi atingido com vários disparos de diferentes calibres, disparados pelos companheiros de farda e da mesma instituição.

SD Goés deixa esposa e filhos em Itacaré onde prestava serviço. Relatos dão vida à lucidez e ao bom comportamento do PM que era bem relacionado na cidade.

Sob os argumentos de que Wesley Soares oferecia riscos à sociedade por estar portando pistolas e fuzil, uma vez que o mesmo efetuava vários disparos para o alto em uma área livre e não há qualquer registros de que ele estaria ameaçando ou tenha apontado arma para nenhum cidadão. Segundo informações apuradas pela redação do Notícia na Tela, apareceram dois pescadores e ele (Wesley), pediu que os mesmos se retirassem para não serem feridos.

A incursão teria acontecido desde parte da Avenida 07 até o local do homicídio, sem menções nem mesmo da guarnição, que o “surtado” fizesse qualquer atentado a civis ou colegas de farda.

Mas comprovadamente havia uma consonância constante nas palavras proferidas como grito de guerra, audivelmente capturada pelos inúmeros curiosos que estiveram no local ou em seus apartamentos com visão para a área. Gritos como: “comunidade venham vê a ordem ou desordem da polícia militar da Bahia,” “eu não entrei para Polícia pra prender pais de família e cidadão de bem”. Um completo manifesto de repúdio as ordens de medidas sanitárias estabelecidas no estado para tentativa de controle da pandemia.

Na hierarquia da Instituição desacatar os seus superiores é passivo de prisão e até expulsão, mas a morte do agente que serviu por 13 anos à Corporação jamais deveria ser o recurso primário.

Em um dos muitos vídeos que a redação guarda ou está na página do instagram, um cidadão diz está acompanhando toda a situação desde o início e que não houve nenhuma busca pela negociação, até então, ainda era um agente vivo. Em outro vídeo, outra pessoa narra que havia na verdade uma provocação para inflamá-lo.

A polícia Militar da Bahia tem recursos, treinamento e bons agentes que poderiam resolver o problema sem assassinar o pai de família, honesto. Os mesmo recursos que utilizam para preservar vidas de bandidos de ficha métrica. Estes em muitos casos saem abraçados e protegidos pela polícia.

Os fatores revoltas e desobediência custou a vida daquele que não teve companhia dos defendidos, isso teria mantido sua vida, defendeu e não foi defendido. Quem comada as operações tem o poder de definir o que deve ser feito e bastava uma concordância e apoio ainda que para proceder com uma ordem de prisão secundariamente.

Ainda pesa contra a PM a agressão cometida contra a imprensa, foram empurrados, além dos tiros que também foram disparados para o alto.

Por quais razões grandes veículos tratam a situação apenas como um surto e ameaça a sociedade?

Ele resistiu as constantes ofensivas dos bandidos para defender os seus “irmãos” mas foi por eles e pela POLÍCIA MILITAR, EXECUTADO, UM TIRO O IMOBILIZARIA.

ANANIAS PEREIRA

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