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Prefeituras e professores no impasse pelo inicio das aulas, a disputa é o reajuste de 33,24%

Por Notícia na Tela
2 de março de 2022 08:36 Comentários
Os profissionais da educação estão mobilizados para não darem início às aulas municipais em Presidente Tancredo Neves, Teolândia, Wencesalu Guimarães e Gandu caso as prefeituras mantenha a postura de não conceder o reajuste de 33%, aprovado pelo Governo Federal.

Um enunciado está circulando nas redes sociais que diz: sem reajuste, sem aulas. E isso deve preocupar os gestores que tiveram dois anos de cofres gordos e se bem administrados com caixa farto. Mas deve causar recuo na concessão visto o quantitativo na suas folhas ao longo do tempo.

O reajuste é um direito e justo, mas faltam as partes apresentarem números que viabilize os devidos pagamentos, gestores alegam falta de verba para cumprir com os compromissos e professores querem apenas receber o que lhe é direito.

Qual seria o impacto em cada município, considerando o reajuste?
Tem repasse suficiente pra todos ou haverá sorteio e prediletos a receber o reajuste?

Os números de repasses do FUNDEB de 2022 nos primeiros dois meses somam R$ 5.449.343,54, no município de Presidente Tancredo Neves. Teolândia recebeu R$ 3.585.294,09. Wenceslau Guimarães teve repasse no valor de R$ 5.282.753,29, já à Gandu foi repassado R$ 4.746.051,38. Ambos os valores são de posse do demonstrativo Banco do Brasil e em iguais períodos.

A redação do NT buscou contato com a APLB-PTN e a Secretaria de educação (de Tancredo Neves) a fim de obter os posicionamentos relativamente as demandas. 

A APLB, respondeu dizendo que a manifestação será mantida, sim, caso não haja retrocesso na decisão sobre os 33,24% de reajuste e que esta é apenas uma das pautas.


A Secretaria de educação, assegurou que vai cumprir o que está em lei e que não irá garantir o que está além dela, que é o reajuste para os que estão ganhando abaixo do piso.

Na ponta desta briga estão os alunos que já sofrem com a defasagem do ensino remoto aplicado por dois anos de pandemia, considerando que era o mais viável, mas hoje as discussões deveriam perdurar por ações judiciais, bloqueios e não a suspensão de aulas, é certo que depois vão quer sufocar os alunos com atividades recreativas, aulas aos sábados para cumprimento dos 200 dias letivos. 

Para os gestores poderiam negociar uma porcentagem de reajuste ainda este ano e o compromisso para o ano subsequente e assim dialogar bem a retomada das aluas.
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