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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Por Luzitânia Silva: HUMANIDADE

  • Certo dia, em meio aos meus devaneios, fiquei refletindo sobre a vida, os sentimentos e o que eles proporcionam. Vendo as estações se confundirem, percebi que, por muitas vezes, também nos equivocamos. Choramos quando se faz desnecessário, rimos em momentos impróprios, padecemos quietos quando deveríamos gritar e nos contivemos em ocasiões em que a felicidade quer transbordar... 

    Talvez agora, nesta idade em que me encontro, munida às experiências tidas e com um pouquinho a mais de maturidade que outrora, tenho posto em conta o quanto a vida pode ser extraordinária e/ou triste. Sabe, às vezes o destino prega peças na gente. De forma iterada ou atípica, as coisas/situações vão se (des)encaixando. 

    Sei que é clichê falar (todavia não me conterei em exprimir o que penso): devemos aproveitar cada instante! Precisamos nos recompor e nos despir. Errar e acertar sem nos importar tanto assim. 
    Encucar por qualquer motivo pode adoecer.

    Sejamos leve. Sejamos brisa, contudo fixemos também nossos pés no chão. Só nós sabemos da nossa existência, nossas lutas diárias, nossos medos, nossos pensamentos mais íntimos...
    Ninguém tem o direito de nos menosprezar, assim como não devemos utilizar dessa arma contra ninguém. As pessoas precisam ser mais ouvidas e não apontadas. A dor, a rejeição, os sentimentos negativos podem sufocar.

    Por vivenciar de perto os males da ansiedade e da depressão, vou constatando que um dos causadores dos pensamentos de vitalidade ou mortíferos resultam do meio em que estamos inseridos, fazendo-se necessário que ergamos nossas cabeças e lutemos (por nós mesmos e/ou pelos outros). Carecemos de Humanidade!

    Para refetir:
    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é a segunda maior causa de mortes entre pessoas de 15 a 29 anos. .

    segunda-feira, 15 de maio de 2017

    Gandu: Crime Ambiental praticado na nascente do Lago Azul

  • Construção de condomínio em local da nascente do Lago Azul de Gandu. Foto/Repórter Bahia
    Quando o assunto é a degradação do meio ambiente, problemas climáticos, efeito estufa, aquecimento global ou espécies em extinção, é difícil não pensar nos hábitos humanos e em seu modo de vida descuidado em relação ao seu habitat.

    Essa tem sido uma dura realidade nos últimos tempos na cidade de Gandu. O comentário do momento, é o local de lazer e também tido como principal cartão postal do baixo sul baiano, o “Lago Azul”, está em processo de destruição. O espaço além de ser visitado por moradores da cidade, recebe turistas de todo o país, que se depara com a triste cena.

    Enquanto a população discute sobre as medidas possíveis para a reversão da destruição do lago, o mesmo, continua agonizando e até o momento sem solução. O Ministério Público, já deveria ter sido provocado pela sociedade, para acompanhar e investigar os verdadeiros causadores do impacto degradante a natureza.

    Recuperar o lago parece ser uma missão pouco priorizada, os poderes Executivo e Legislativo precisam da uma resposta eficaz e uma solução rápida.

    Todo o ecossistema está sendo destruído. A cada ano que passa as pessoas constroem nas áreas das nascentes com novos aterros e a fauna esta desaparecendo.

    O nível do lago recuou causando alguns impactos, a ponto de ficar visível as margens e houve mudança na coloração da cor da água esverdeada, com mau cheiro, a quantidade de oxigênio diminuiu, dificultando a reprodução de plantas como as algas existentes no espaço e até mesmo a mortandade de peixes.

    O Portal de Notícias Sul Bahia1, registra o crime que vem sendo praticado num espaço que pela lei municipal é reconhecida como área de preservação ambiental e levará ao conhecimento do Ministério Público, toda ação danosa. 
    Sul Bahia1

    domingo, 12 de março de 2017

    VN criticou uma GAFE na chamada da Tv Bahia e errou também

  • Que situação: O Varela Notícia (SITE), quis criticar uma gafe da TV Bahia ao exibir chamada com escudo do Bahia escrito “jahia” ao invés de Bahia, mas como diz, o feitiço vira contra o feiticeiro, o VN, também cometeu gafe ao digitar “cafe” no título da matéria.

    Como todos os significativos veículos de comunicação são suscetíveis a erros ortográficos, de concordâncias, entre outros, o Notícia na Tela não quer fazer uma crítica a ambos, mas apenas mostrar que em qualquer esfera e nível de trabalho, podemos ser surpreendidos com algumas desatenções, o que não significa ser uma incompetência para tal funcionalidade.

    Às vezes denegrir parece ser mais importante que os fatos a serem noticiados. (Notícia na Tela)

    Durante chamada de jogo, TV Bahia comete cafe e exibe escudo com o nome “Jahia”
    Depois do Vitória ter o escudo reproduzido com o nome “Vice”, mais uma gafe não passou despercebida e foi alvo de críticas por torcedores do futebol baiano.

    Durante chamada para a transmissão da partida válida entre Bahia e Moto Club, neste domingo (12), a TV Bahia exibiu um escudo com o nome “Jahia”. Internautas não perdoaram e viralizam os vídeos na web. Procurado, o clube ainda não se pronunciou sobre o ocorrido. (VN)

    sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

    POR LUZITÂNIA: RETRATO FAMILIAR



  • Há sombras
    E mesmo assim o povo sorri
    O povo que chora
    Ó povo, quantas inglórias!
    Ainda assim fazes festa
    Dança, canta, pula
    Para exorcizar os demônios
    e trabalha
    Quanto trabalhas meu povo!
    Chega a indignar quando te chamam de baiano preguiçoso!


    Vês aquela mãe faminta?
    Acabou de dar o pão aos filhos.
    Enxergas aquelas mãos calejadas?
    O homem trabalha na roça para alimentar a família.
    E aquela criança com roupas largas e chinelo de dedos?
    Repara.
    Vai à escola almejando um futuro
    Porque o presente amedronta
    Todavia a criança ainda sorri
    Não reclama e ainda sonha
    E como é bom sonhar!
    Levanta a cabeça,
    Guarda tua dor no bolso das tuas vestes surradas,
    Mas não desista de lutar.


    Luzitânia Silva é formada em administração, especialista em Micropolítica do trabalho e gestão em saúde pela Universidade Federal Fluminense e servidora pública municipal. Apaixonada pelas palavras desde pequena, escreve romances, poesias, contos e crônicas, é autora dos livros“Regida por Vênus” e "Meu mundo", tem tem poesia publicada no livro Antologia Poética, Prêmio Rima Rara 2012: Concurso Nacional Novos Poetas.
    Saudosista e amante das coisas simples, escreve o que pensa na página "Meu Mundo".